terça-feira, 15 de março de 2016

PARTE XXIV - SAUDADES DE TANTAS COISAS

Não consigo achar um poema que traduza essa saudade visceral por você que mora dentro de mim. Não me consome, não me entristece, não doi, não muda minha rotina e nem o meu prazer de viver. Apenas faz parte de mim como uma sombra.
Aprendi que não só a saudade mas o amor tem uma dimensão física na medida em que o amor implica em mudanças e decisões. Não mudanças espirituais, bem estar físico ou segurança. Mas mudar para encontrar. Viajar para encontrar. Mudar de país para encontrar. Mudar estilo de vida e de trabalho para encontrar. Para viver o amor que está crescendo dentro da gente. Não falo em coração ou alma porque são termos conhecidos e comuns e acho que os sentimentos ocupam uma parte muito maior do nosso corpo e de nossa mente.
Na linda festa de casamento de Paulo.
Mas você veio ao Brasil e nos divertimos muito em Recife e no Rio de Janeiro.
Estivemos juntos em Serrambi na linda festa de casamento de Paulo e Aline, com toda a minha família, todos os filhos, noras e netos e com essa turma de amigos queridos que você aprendeu a conhecer.



Nós dois na festa.


















Com nosso querido Drummond no Rio.
















Sempre atrás dos poetas.


No Rio, a foto clássica.




















E estivemos uma semana em Lisboa seguindo os passos de Fernando Pessoa e aproveitando as delícias dessa cidade cosmopolita, antiga e nova, com surpresas a cada esquina.
E agora estou de volta à nossa casa no Monte da Fazenda.
Voltamos ao nosso cotidiano de dias quase sempre perfeitos ou quase mais-que-perfeitos.




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